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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Is as if we were to have each other
Presta atenção.
Ás vezes eu exagero, falo demais, escrevo demais, faço piada em hora errada.
É que ninguém é perfeito.
Tem dias que eu não tenho coragem de sair da cama, que meu quarto parece ter sofrido um assalto de tanta coisa espalhada, e pra mim tá tudo bem.
Respondo mal minha mãe e me arrependo mas não tenho coragem de pedir desculpa.
E não consigo entender como meus irmãos parecem ser os seres mais egoístas do mundo.
Rodo todos os canais da TV, passo em todos os sites, parece que a lista do MSN está entupida de gente que não tem nada a ver comigo.
Aí eu fico um saco, reclamo, a gente briga, fico querendo ter toda a atenção do mundo que você também de repente não está disposto a dar.
…
Porque vai ver você também às vezes exagera, fala de menos, me escreve de menos, e não fica a fim nem de fazer uma graça pra me fazer dar risada.
E engraçado que mesmo em dias assim consigo te achar a pessoa perfeita.
Tem dias que você fica embrulhado na sua cama, que seu quarto parece estar despedaçado e eu fico pensando se você tá bem.
Você me responde mal, e eu te acho a pessoa mais egoísta do mundo.
Tento me distrair, enquanto você está entretido com os programas na tv, os sites, e um monte de gente que não faço ideia porque você conversa no MSN.
Aí do nada você também começar a achar tudo um saco, reclama da vida, briga com o teto e fica querendo ter toda a atenção do mundo de mim….
(E eu adoro quando isso acontece.)
Texto retirado do blog A vida moderna de Erica Hans
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Not again and never more.
(esse será um post um tanto diferente, sem inspiração para escrever algo bonito -ou que pelo menos chegue perto disso- decidi escrever apenas por escrever.)
(este será um post grande.)
(este será um post grande.)
Acabei de ver que a útlima vez que escrevi foi há muito tempo e eu não gosto disso, é como se nada tivesse acontecido -o que é mentira- ou como se eu apenas tivesse deixado de lado algo que me faz tão bem. Chega a ser estranho em como eu me acostumei com a idéia de ficar sem escrever. Me acostumei igual a todo o resto. Esses dias passados tive uma dor nas costas horrível mesmo e ela não passava e o que eu fiz foi me acostumar com ela, não que ela doesse menos ou parasse eu apenas parei de me importar com ela, a deixe de lado, me acostumei.
Mas é que é mais fácil assim, se acostumar com as coisas. Elas não doem menos, mas não chegam a alcançar tão fundo como quando você se importa.
Esses dias, lembranças tem vindo até mim com uma certa intensidade. Elas não são exatamente boas, mas são agradáveis apenas por terem sido boas um dia. E elas mexeram comigo de um modo que eu não entendi, por pensar que tinham passado. Era quase irreconhecivel esses sentimentos, não eram totalmente estranhos mas foram de início. "Como?" - eu me perguntei quando isso cutucou lá no fundo. Como diabos eu ainda sou capaz de sentir isso. (essa frase fica melhor em inglês "How the hell im still able to feel that?"). Eu não esqueci? Eu esqueci, eu sei disso. Mas como eu ainda sinto sendo que esqueci? Uma lembrança passageira talvez, tá, nem tanto porque estou percorrendo a semana toda com ela no peito. O que é? Eu não sei e eu não me importo, de modo algum. Eu posso estar me acomodando com a idéia de não me importar? Claro, porque não. Mas nunca, de modo algum, jamais eu irei admitir que ainda me importo, nunca. Eu já não creio que escrevo sobre você quanto mais me importar com algum pequeno fato citando seu nome.
Ando sorrindo esses tempos, sem motivos e com vontade. Mas é difícil mantê-lo firme por muito tempo. Não por mim, também é claro, mas o problema é que eu me preocupo muito com as pessoas, até demais se pensar bem. Sim, você mesmo que esta lendo. Só que é difícil porque eu tenho medo de abrir feridas que já estão prestes a cicatrizar ou apenas se escondendo atrás de outras, não é fácil de qualquer jeito. Mas saiba, que não importa o horário, eu sempre estarei aqui para te ouvir por mais que não tenha nada para falarb.
Como sempre, eu escondo as minhas dores atrás da felicidade dos outros e esqueço-as, fazendo elas ficarem maiores toda vez que são abertas.
Outro dia acabei acabei tendo uma daquelas brigas de falo-tudo-mesmo com a minha vó e meu deus, certas coisas me machucaram tanto. Não por ela falar, mas por eu ter que responder lembrando delas. Ela não sabe meu ponto fraco então não se limita ao usá-lo. Não posso culpá-la, sempre fui orgulhosa demais para contar. Depois de quase dois anos das pessoas me chamam de revoltada, dramática e depressiva eu decidi que não lhes daria mais motivos para me chamarem assim, o que aconteceu. Se naquela época era difícil eu me abrir, imagine agora, é quase impossível. Isso fez com que eles pensassem que eu era forte o bastante para aguentar qualquer coisa que viesse pela frente e eu nunca mais passei-lhes uma imagem errada sobre tal pensamento; O que fez eles esquecerem que eu ainda tenho sentimentos e por debaixo de todo o meu sorriso eles não fazem nenhuma idéia do que escondo.
Não que eu queira pessoas em volta de mim por causa disso, aliás, não reclamo das pessoas pensarem assim. Eu realmente prefiro que elas me deixem em paz com meus problemas e se preocupem com o delas. Posso parecer fria, sem coração, ou qualquer outro nome que queira dar. Mas prefiro que as pessoas tentem se igualar a mim do que me usar como exemplo do que estão sendo.
E eu não serei fraca novamente.
Como sempre, eu escondo as minhas dores atrás da felicidade dos outros e esqueço-as, fazendo elas ficarem maiores toda vez que são abertas.
Outro dia acabei acabei tendo uma daquelas brigas de falo-tudo-mesmo com a minha vó e meu deus, certas coisas me machucaram tanto. Não por ela falar, mas por eu ter que responder lembrando delas. Ela não sabe meu ponto fraco então não se limita ao usá-lo. Não posso culpá-la, sempre fui orgulhosa demais para contar. Depois de quase dois anos das pessoas me chamam de revoltada, dramática e depressiva eu decidi que não lhes daria mais motivos para me chamarem assim, o que aconteceu. Se naquela época era difícil eu me abrir, imagine agora, é quase impossível. Isso fez com que eles pensassem que eu era forte o bastante para aguentar qualquer coisa que viesse pela frente e eu nunca mais passei-lhes uma imagem errada sobre tal pensamento; O que fez eles esquecerem que eu ainda tenho sentimentos e por debaixo de todo o meu sorriso eles não fazem nenhuma idéia do que escondo.
Não que eu queira pessoas em volta de mim por causa disso, aliás, não reclamo das pessoas pensarem assim. Eu realmente prefiro que elas me deixem em paz com meus problemas e se preocupem com o delas. Posso parecer fria, sem coração, ou qualquer outro nome que queira dar. Mas prefiro que as pessoas tentem se igualar a mim do que me usar como exemplo do que estão sendo.
E eu não serei fraca novamente.
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
Im gonna be fine, not now. But I'll.
Depois de chorar mais do que deveria, passar noites em claro e me sentir a pessoa mais vulnerável desse mundo, eu realmente sei que vou ficar bem. Eu sei que vou.
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
My little blond angel.
![]() |
| esqueçam da qualidade, da minha cara, e do meu nariz. |
Dizer que eu te amo, é pouco. Você é parte do meu sorriso e da minha alegria. E ter longe de mim seria doloroso demais só para pensar nisso. Você é meu anjinho, meu bebê, meu pequeno, e além de tudo, você é meu irmão. Eu te amo.
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sábado, 11 de dezembro de 2010
The sky looks beautiful today.
Segure minha mão e me gire, me deixe ficar tonta e apoiar em você para não cair. Me gire mais uma vez e me segure pela cintura, continue me girando e me segure forte, porque eu soltarei meus braços e irei erguê-los ao céu. Ele podia estar claro, com muitas nuvens brancas e talvez alguns pássaros percorrendo sobre ele. Depois de tanto girar, posso colocar as mãos no seu pescoço e aproximar seu rosto do meu mas não irei te beijar, só fazer vontade.
Vou pedir para deitar comigo no chão, vou apoiar minha cabeça no seu peito e ficar adivinhando o formato das nuvens e talvez no final ganhe um beijo na bochecha. As nuvens irão se mover e eu irei me levantar colocar a mão nos cabelos e olhar para cima. Sentirei seus braços na minha cintura, e dessa vez o beijo será no nariz.
Vai me abraçar com força e falar no meu pescoço, sabendo o quanto eu gosto disso, mas também irá rir quando eu deitar a cabeça dizendo que sinto arrepio quando faz isso.
Por fim me vire para que olhe dentro dos seus olhos, eles iram conversar e eu sorrir. Você também vai sorrir de volta. Eu irei brincar um pouco com o seu cabelo só para te irritar por nossos lábios estarem tão perto e não se tocarem. Eu vou ouvir de novo sua voz sussurrando no meu ouvido, mas dessa vez eles não me provocam arrepio algum porque elas estão dizendo que me amam. Eu só vou te fazer sentir minha boca encostando na sua para ter certeza que entendeu que eu também te amo.
sábado, 13 de novembro de 2010
It's all what matter
Não importa quantos problemas você tenha, ou em quantos pedaços seu coração esteja. Não importa quantas lágrimas você derrama por noite e nem quanto chocolate você comeu hoje. Não importa quantos textos você escreveu, ou quantas noites você passou acordada. Nada disso importa. A única coisa que importa é que isso um dia acaba, e você vai ter mais motivos para sorrir do que para chorar.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Dia 11 - Outra foto de você e seus amigos
Eu amo vocês até o último suspiro, até a última lágrima, até o último sorriso. Eu amo vocês até o começo do céu e o final do inferno. Eu amo vocês mais do que todo o céu poderia representar, eu amo vocês. Por vocês eu vou até o final do mundo. Eu amo vocês, Eu amo vocês, Eu amo vocês.
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
ILY.
Nós éramos apenas cinco pessoas andando ás oito horas da noite num shopping vazio, cinco pessoas sentadas em mesas no meio de um nada conversando sobre as mais absurdas coisas e rindo das piadas mais sem graça. Eu não pensaria em momento algum que você teria tanta influência assim. Pois é acredite ou não você teve, você me faz um bem incrível que nem eu mesma consigo explicar o porque.
Eu não preciso desabar em lágrimas e reclamações, mesmo sem você saber que eu estou mal você consegue me animar, e é isso que fez você ter tanta influência sobre tudo; por favor não me peça definições ou algum tipo de resposta, porque garanto que você não vai ganhar nada com isso.
Foi pouco tempo, muito pouco tempo, menos de um mês e eu já vejo o quão bem você me faz. Você não precisa saber dos meus problemas para me fazer sorrir, ou nem que a minha auto-estima esta baixa para me deixar extremamente colorida e sem graça.
Você me entende, o que é meio difícil hoje em dia, sem mesmo que eu precise me explicar, o que você faz? Eu fico meio confusa tentando entender. Eu só queria dizer obrigada, por você ser tão bom para mim quando eu mais precisei, por me fazer conseguir rir quando não há nenhuma felicidade dentro de mim. Obrigada só por dizer que precisa de mim para se sentir em paz, obrigada é tudo o que eu posso dizer.
Da gorda e pequena, para o magrelo alto ♥ i love you
Eu não preciso desabar em lágrimas e reclamações, mesmo sem você saber que eu estou mal você consegue me animar, e é isso que fez você ter tanta influência sobre tudo; por favor não me peça definições ou algum tipo de resposta, porque garanto que você não vai ganhar nada com isso.
Foi pouco tempo, muito pouco tempo, menos de um mês e eu já vejo o quão bem você me faz. Você não precisa saber dos meus problemas para me fazer sorrir, ou nem que a minha auto-estima esta baixa para me deixar extremamente colorida e sem graça.
Você me entende, o que é meio difícil hoje em dia, sem mesmo que eu precise me explicar, o que você faz? Eu fico meio confusa tentando entender. Eu só queria dizer obrigada, por você ser tão bom para mim quando eu mais precisei, por me fazer conseguir rir quando não há nenhuma felicidade dentro de mim. Obrigada só por dizer que precisa de mim para se sentir em paz, obrigada é tudo o que eu posso dizer.
Da gorda e pequena, para o magrelo alto ♥ i love you
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Eu espero.
Minha felicidade é parecida com um bumerangue, algumas vezes o jogamos tão rápido, que ele volta com o dobro da velocidade. Outras vezes o jogamos devagar, ele demora à voltar, depende do vento, depende do clima; Mas enquanto ele não volta eu espero, porque eu sei que vai voltar, ele sempre volta.
Dia 05 - Uma foto de algum lugar onde você já esteve
Barra Bonita, 05.11.10
As melhores quatro horas num ônibus quente, as melhores brincadeiras, os melhores desafios, as melhores músicas, e de verdade? A melhor classe, eu amo vocês s2
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
O diário de Anne Frank
"Enquanto puderes erguer os olhos para o céu, sem medo, saberás que tens o coração puro, e isto significa felicidade."
"(…)fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho de considerar que não sei se choro, ou se riu depende do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou,
ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser"
"O melhor de tudo é o que penso e sinto, pelo menos posso escrever; senão, me asfixiaria completamente."
"Criticam tudo, e quero dizer mesmo tudo, sobre mim: o meu comportamento, a minha personalidade, as minhas maneiras; cada centrimetro de mim, da cabeça aos pés, dos pés à cabeça, é objecto de mexericos e debates. São-me constantemente lançadas palavras duras e gritos, embora eu não esteja habituada a isso. Segundo as autoridades definidas, eu devia sorrir e aguentar."
"Adormeço com a idéia tola de querer ser diferente do que sou, ou de que não sou como queria ser. E de que faço tudo ao contrário."
"Nunca mais recuarei diante da verdade;pois quanto mais tardamos a dizê-la; difícil torna-se aos outros..ouví-la."
"Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta. Mas pergunto-me: escreverei alguma vez coisa de importância? Virei a ser jornalista ou escritora? Espero que sim, espero-o de todo o meu coração! Ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias."
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Dona dos meus sorrisos.
Era uma sexta-feira, e ela tinha acabado de recusar o convite da melhor amiga para saírem. Ela estava muito mal para qualquer coisa aquela noite. Sentada na cama, ela agarrava seu travesseiro que ali era sua única companhia. Ele foi ficando cada vez mais molhado pelas lágrimas.
Limpou-as com as mãos, borrando qualquer maquiagem que ainda estivesse em seu rosto e respirou fundo para conseguir se acalmar.
“Chega! Chega de chorar...” – foram as palavras que saíram de sua boca avermelhada.
Ela mal terminava a sua tentativa de se acalmar, enquanto foi interrompida por mais lágrimas que ela não conseguia segurar. Mais uma vez abraçou seu travesseiro, pensando no último abraço dele. Minutos se passaram e ela ainda o apertava sobre seu rosto.
Ela levantou a cabeça e olhou para aquele que abraçava a noite toda e o viu todo molhado. “De novo?” ela pensou. Respirou, e dessa vez se segurou para não chorar. Se levantou da cama e foi direto ao banheiro. Prendeu seu cabelo, abriu a torneira e deixou que a água gelada limpasse as lágrimas que ela tinha prometido nunca mais deixar cair.
Limpou o rosto com a toalha que estava ao lado da pia e o ergueu. Ela decepcionou-se ao vê-lo todo vermelho, que a fazia lembrar como tinha sido da última vez. Nada tirava a sensação de arrependimento por sofrer tanto por tão pouco. Enquanto voltava para seu refúgio daquela sexta, imagens vinham em sua cabeça, e tomavam conta de seu pensamento. Lembranças do primeiro beijo e das palavras ditas após ele. De poder sorrir ao vê-lo estendendo seus braços para abraçá-la e poder sentir seus dedos entre seus cabelos. Ela tentou bloquear aquelas lembranças, mas seu esforço foi em vão.
Pensou em pegar o celular, mas se lembrou das mensagens que estavam nele. Então ligou o rádio e apagou a luz, com objetivo de esquecer que tudo aquilo se repetia.
Aos poucos a música foi tomando conta de seus ouvidos, e ocupava o lugar daquilo que a deixava mal. Ela estava quase dormindo quando uma música começa a tocar mais alto do que a que estava no rádio. Ela se virou para ver de onde vinha aquele barulho. A única coisa que ela conseguiu ver foi a tela do seu celular brilhando em cima de sua cômoda. Por um momento ela hesitou em levantar-se para atender, mas logo se rendeu para a curiosidade.
Não precisou acender a luz, apenas deu alguns passos e esticou o braço pegando aquele que não parava de tocar. Ao olhar para a tela do objeto que a tirava seu sono, viu o seguinte aviso: “Nova mensagem de: Meu amor.” Só poderia ser brincadeira. Sentou-se novamente na cama embaixo das cobertas e fixou o olhar na tela do celular. Pensou bastante antes de abri-la. Ela não resistiu e apertou o botão olhando para o lado, com medo do que poderia estar escrito. Respirou fundo. E se virou.
“Meu amor, me desculpe. Não quis te magoar. Amanhã a gente se fala. E mais uma vez, me desculpe mesmo. Eu te amo e só você sabe o quanto. Boa noite dona dos meus sorrisos durma bem.”
Enquanto seus olhos passavam rapidamente por aquelas pequenas letras, um sorriso se abrira em seus lábios e se via o brilho daqueles que tinham tanto chorado.
Em seguida ela fechou o sorriso e o único brilho daquele quarto escuro era da tela do celular. Pensando em tudo o que tinha acontecido, ela não sabia se acreditava ou não naquilo que lia. Ela não sabia se tudo aquilo eram apenas promessas fáceis. A dúvida tomou seu sono e a deixou por alguns instantes pensando. Apertou alguns botões e logo começou a ver suas fotos com ele. Seu olhar, seu jeito, tudo mudava ao lado dele. Um sorriso novamente se abriu em seu rosto, o seu coração bateu mais forte e a duvida passou quando ela agarrou o celular e deitou encolhendo-se entre as cobertas com o mesmo sorriso ainda no rosto. A tela do celular mostrava a foto do dia em que ele a pediu para ser somente sua, e vinha com a mensagem que ele mandou após aquele dia:
“Você me apareceu foi como um sonho, e hoje eu sei quem faz o meu mundo girar. Seu beijo, seu sorriso, seu encanto me deixou sem ar para respirar e eu só sei que o amor que eu sinto por você, não vou deixar morrer. Boa noite única dona dos meus sorrisos, durma bem.”
Deitada no seu travesseiro ela dormiu lembrando daquele dia, e de tudo que ele tinha dito a ela. Com confiança em suas palavras, ela permaneceu com o sorriso no rosto até o último minuto, por saber que ela ainda é a única razão dele sorrir.
Limpou-as com as mãos, borrando qualquer maquiagem que ainda estivesse em seu rosto e respirou fundo para conseguir se acalmar.
“Chega! Chega de chorar...” – foram as palavras que saíram de sua boca avermelhada.
Ela mal terminava a sua tentativa de se acalmar, enquanto foi interrompida por mais lágrimas que ela não conseguia segurar. Mais uma vez abraçou seu travesseiro, pensando no último abraço dele. Minutos se passaram e ela ainda o apertava sobre seu rosto.
Ela levantou a cabeça e olhou para aquele que abraçava a noite toda e o viu todo molhado. “De novo?” ela pensou. Respirou, e dessa vez se segurou para não chorar. Se levantou da cama e foi direto ao banheiro. Prendeu seu cabelo, abriu a torneira e deixou que a água gelada limpasse as lágrimas que ela tinha prometido nunca mais deixar cair.
Limpou o rosto com a toalha que estava ao lado da pia e o ergueu. Ela decepcionou-se ao vê-lo todo vermelho, que a fazia lembrar como tinha sido da última vez. Nada tirava a sensação de arrependimento por sofrer tanto por tão pouco. Enquanto voltava para seu refúgio daquela sexta, imagens vinham em sua cabeça, e tomavam conta de seu pensamento. Lembranças do primeiro beijo e das palavras ditas após ele. De poder sorrir ao vê-lo estendendo seus braços para abraçá-la e poder sentir seus dedos entre seus cabelos. Ela tentou bloquear aquelas lembranças, mas seu esforço foi em vão.
Pensou em pegar o celular, mas se lembrou das mensagens que estavam nele. Então ligou o rádio e apagou a luz, com objetivo de esquecer que tudo aquilo se repetia.
Aos poucos a música foi tomando conta de seus ouvidos, e ocupava o lugar daquilo que a deixava mal. Ela estava quase dormindo quando uma música começa a tocar mais alto do que a que estava no rádio. Ela se virou para ver de onde vinha aquele barulho. A única coisa que ela conseguiu ver foi a tela do seu celular brilhando em cima de sua cômoda. Por um momento ela hesitou em levantar-se para atender, mas logo se rendeu para a curiosidade.
Não precisou acender a luz, apenas deu alguns passos e esticou o braço pegando aquele que não parava de tocar. Ao olhar para a tela do objeto que a tirava seu sono, viu o seguinte aviso: “Nova mensagem de: Meu amor.” Só poderia ser brincadeira. Sentou-se novamente na cama embaixo das cobertas e fixou o olhar na tela do celular. Pensou bastante antes de abri-la. Ela não resistiu e apertou o botão olhando para o lado, com medo do que poderia estar escrito. Respirou fundo. E se virou.
“Meu amor, me desculpe. Não quis te magoar. Amanhã a gente se fala. E mais uma vez, me desculpe mesmo. Eu te amo e só você sabe o quanto. Boa noite dona dos meus sorrisos durma bem.”
Enquanto seus olhos passavam rapidamente por aquelas pequenas letras, um sorriso se abrira em seus lábios e se via o brilho daqueles que tinham tanto chorado.
Em seguida ela fechou o sorriso e o único brilho daquele quarto escuro era da tela do celular. Pensando em tudo o que tinha acontecido, ela não sabia se acreditava ou não naquilo que lia. Ela não sabia se tudo aquilo eram apenas promessas fáceis. A dúvida tomou seu sono e a deixou por alguns instantes pensando. Apertou alguns botões e logo começou a ver suas fotos com ele. Seu olhar, seu jeito, tudo mudava ao lado dele. Um sorriso novamente se abriu em seu rosto, o seu coração bateu mais forte e a duvida passou quando ela agarrou o celular e deitou encolhendo-se entre as cobertas com o mesmo sorriso ainda no rosto. A tela do celular mostrava a foto do dia em que ele a pediu para ser somente sua, e vinha com a mensagem que ele mandou após aquele dia:
“Você me apareceu foi como um sonho, e hoje eu sei quem faz o meu mundo girar. Seu beijo, seu sorriso, seu encanto me deixou sem ar para respirar e eu só sei que o amor que eu sinto por você, não vou deixar morrer. Boa noite única dona dos meus sorrisos, durma bem.”
Deitada no seu travesseiro ela dormiu lembrando daquele dia, e de tudo que ele tinha dito a ela. Com confiança em suas palavras, ela permaneceu com o sorriso no rosto até o último minuto, por saber que ela ainda é a única razão dele sorrir.
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