Ei você, não chora ta?
Eu sei que você está passando pela pior fase da sua vida. Eu nunca te vi assim e Deus como isso me preocupa. Estou cansada de te ligar pra saber como está indo sobreviver a tudo isso e só ouvir coisa ruim. To com saudades da sua risada, mas aquela sincera, não aquela forçada.
Seu peito aperta o tempo todo, parece que seu corpo não é suficiente para aguentar tudo aquilo que tem dentro de ti e parece que a qualquer momento você vai explodir, mas no final, tudo o que você faz é chorar.
Acredite, se eu pudesse tirar toda essa dor de dentro de você, eu tirava porque eu sei como isso dói, como isso parece que nunca vai passar e que você vai ter uma bomba relógio dentro de você para sempre esperando impacientemente o momento da explosão.
Ei, você, lembra de mim ta?
Não que seja uma coisa legal eu ir até a sua casa te forçar a fazer coisas que você não quer, mas não duvide que eu junte um exército para fazer isso. Eu não me importo de te ligar 24/7, eu só quero ter certeza de que tudo isso vai passar e que você vai ficar bem de novo.
Eu to aqui para tudo. Eu te amo.
E eu te suplico que fique bem, e peço por favor que não tente isso sozinha.
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
Too cold for you to keep her.
Sua estação favorita estava perto e isso a animava cada minuto mais. Ela já começara a arrumar o guarda-roupa como sempre fazia todo ano, ia criando combinações dentro de sua cabeça e mal conseguia esperar pela próxima coleção.
O resto das pessoas também gostavam dessa estação, do clima que ela trazia, mas ela tinha certeza que ninguém tinha mais admiração do que ela. Que ninguém -pelo menos naquela cidade- aproveitava-a como ela, ninguém. Alguns -lê-se quase todo mundo- não acreditavam o quanto a garota era apaixonada por uma estação. Estranho de se ouvir isso, não? Mas era verdade.
Talvez fosse pelo fato dela ter nascido nessa época, ou apenas os filmes tivessem encantado-a, mas no fundo ela via aquela época mostrando a ela como era por dentro durante dias e noites e por alguma razão ela adorava. Transformava um dia qualquer num conto, ou fitava os detalhes de um dia monótono e tirava deles algum proveito futuramente bom. Se achava única por fazer isso, por ver as coisas por um ângulo que ninguém jamais tentara. "Estúpidos" era o que ela sempre dizia por perceber que, do jeito que ela via as coisas era fascinante.
Lá estava ela sentada num banco de uma praça admirando seus sentimentos sendo expostos implicitamente para o resto do mundo. Por ela, ficaria horas naquele banco, apenas olhando.
Seu coração era frio igual aquela estação e fazia mais de um ano desde que a última vez que garota chorou. Prometeu a si mesma que nunca mais o faria, principalmente por homem, a partir do dia em que seu pai a abandonou por uma vadia qualquer. Se seu próprio pai não merecia seu sofrimento, porque qualquer outro iria merecer?
Vendo as árvores sendo escondidas por entre a neve lembrava que ainda tinha um coração batendo dentro de si escondendo toda aquela insegurança de uma menininha por trás do muro de amor próprio. O vento soprava forte desarrumando seu cabelo e ela não mexia sequer um músculo para impedi-lo. Aquela época era a melhor de todas, porque por mais fria que fosse, era só nela que lembrava que escondia algum sentimento bom dentro dela.
Depois que o vento parou de soprar e ela pode arrumar os fios de cabelos, ela sussurrava para si mesma: "Finalmente, inverno."
O resto das pessoas também gostavam dessa estação, do clima que ela trazia, mas ela tinha certeza que ninguém tinha mais admiração do que ela. Que ninguém -pelo menos naquela cidade- aproveitava-a como ela, ninguém. Alguns -lê-se quase todo mundo- não acreditavam o quanto a garota era apaixonada por uma estação. Estranho de se ouvir isso, não? Mas era verdade.
Talvez fosse pelo fato dela ter nascido nessa época, ou apenas os filmes tivessem encantado-a, mas no fundo ela via aquela época mostrando a ela como era por dentro durante dias e noites e por alguma razão ela adorava. Transformava um dia qualquer num conto, ou fitava os detalhes de um dia monótono e tirava deles algum proveito futuramente bom. Se achava única por fazer isso, por ver as coisas por um ângulo que ninguém jamais tentara. "Estúpidos" era o que ela sempre dizia por perceber que, do jeito que ela via as coisas era fascinante.
Lá estava ela sentada num banco de uma praça admirando seus sentimentos sendo expostos implicitamente para o resto do mundo. Por ela, ficaria horas naquele banco, apenas olhando.
Seu coração era frio igual aquela estação e fazia mais de um ano desde que a última vez que garota chorou. Prometeu a si mesma que nunca mais o faria, principalmente por homem, a partir do dia em que seu pai a abandonou por uma vadia qualquer. Se seu próprio pai não merecia seu sofrimento, porque qualquer outro iria merecer?
Vendo as árvores sendo escondidas por entre a neve lembrava que ainda tinha um coração batendo dentro de si escondendo toda aquela insegurança de uma menininha por trás do muro de amor próprio. O vento soprava forte desarrumando seu cabelo e ela não mexia sequer um músculo para impedi-lo. Aquela época era a melhor de todas, porque por mais fria que fosse, era só nela que lembrava que escondia algum sentimento bom dentro dela.
Depois que o vento parou de soprar e ela pode arrumar os fios de cabelos, ela sussurrava para si mesma: "Finalmente, inverno."
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
But I hope that it gets better as be we go
Posso culpar a tpm por todas as coisas ruins que eu estou passando, e posso culpá-la por ter chorado ontem a noite e me entupir de chocolate. A metade da culpa, talvez seja dela. Ao menos a parte do choro descontrolado, da fome excessiva e da raiva extrema, mas quem eu estou querendo enganar se a culpa é toda minha?
Minha vida estava boa, na verdade, acho que falaria que estava ótima. Tudo estava bem. Há quanto tempo eu não sentia essa paz em mim, essa vontade de viver todos os dias, seja na rotina ou fora dela. Apenas viver.
Não foi fácil fazer ela ficar desse jeito, não mesmo. Depois de semanas de trabalho forçado para mantê-la equilibrada ela desmorona em sessenta segundos. É difícil recompor ela, pedaço por pedaço de novo e essa não é a primeira vez que estou reerguendo-a, e esta ficando cansativo.
Fazia um mês pra mais desde a última vez que eu chorei e noite passada foi tão estranho. Sentir as lágrimas escorrerem no rosto e a dor não sair com elas. Não lembrava como era chorar e o aperto continuar no peito, é horrível.
Estou começando a achar que eu tenho a habilidade de estragar tudo e de fazer as escolhas erradas. Não há outra explicação para tudo vir até mim tão rápido e com tanta intensidade. Quando um problema aparece, atrai tantos com ele. É só para piorar não é?
"A raiva estava sozinha e convidou o cansaço para se juntar a ela, que trouxe junto dele a impaciência. Acharam que estava faltando alguém então resolveram chamar a sensibilidade, mas ela não veio sozinha, fez questão de trazer a dor com ela."
No momento acho que vou vomitar para ver se tudo isso sai de mim, ou talvez seja só meu coração apertando a dor mais do que pode.
Todas as palavras erradas e pensamentos impróprios. Todos os sentimentos juntos e cansados de estarem sóbrios. E eu só querendo um ombro pra chorar sem ter que explicar nada, só alguém que me abrace sem eu pedir e diga que tudo vai melhorar.
Aguentar tudo sozinha, quando tudo isso vem sem me avisar é foda e eu estou cansada de tomar conta de mim sem condições para isso. Tenho que parar de fingir tão bem não ter problemas, ou alguém tem que aprender ver em mim o que eu sei esconder.
"Acabei descobrindo que só sei escrever se to dilacerada ao ponto de nem conseguir pensar direito, a Tati Bernardi concluiu isso também um pouco antes publicar um texto é um jeito educado de dizer: me empresta seu peito porque a dor não tá cabendo no meu." - tired of all that drama.
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Lucky and destiny are not enought for me.
Inocentemente começamos a planejar, um assunto surgiu do outro que veio de outro e de mais um até que chegamos ao atual.
Começamos sem foco, sem um objetivo, mas acabamos criando um e seguindo-o até aquela parte que denominamos como um “meio-fim” porque a história, ou os planos, chame como quiser, não tinham acabado por ali, apenas a deixamos continuar sem sabermos como.
E então, começamos a falar, planejar e obviamente, sonhar. Eram planos futuros, para daqui uns seis anos talvez, mas isso sequer importava... Ríamos, detalhávamos e arrumávamos a história do nosso jeito, porque era a nossa história.
Começamos sem foco, sem um objetivo, mas acabamos criando um e seguindo-o até aquela parte que denominamos como um “meio-fim” porque a história, ou os planos, chame como quiser, não tinham acabado por ali, apenas a deixamos continuar sem sabermos como.
E então, começamos a falar, planejar e obviamente, sonhar. Eram planos futuros, para daqui uns seis anos talvez, mas isso sequer importava... Ríamos, detalhávamos e arrumávamos a história do nosso jeito, porque era a nossa história.
“É difícil só sonhar, não é?”
“Mas essa é a graça dos sonhos, por mais que eles sejam inalcançáveis, temos algo para seguir.”
Essa foi uma das outras quatro ou cinco respostas que eu dei, porque se tem uma coisa que eu luto até o fim, são meus sonhos. Não desisto. Posso não conseguir, mas eu orgulhosamente posso afirmar que tentei.
“Agora, só nos falta a sorte.”
“Sorte é apenas uma estúpida desculpa para deixar as coisas acontecerem e não fazê-las acontecer. Essa frase na verdade, é de Gossip Girl, mas acho que se encaixou aqui.”
“Sorte é apenas uma estúpida desculpa para deixar as coisas acontecerem e não fazê-las acontecer. Essa frase na verdade, é de Gossip Girl, mas acho que se encaixou aqui.”
As pessoas as vezes não gostam de vir com lições de vida para cima de mim, ou apenas perto de mim. Porque todas que já aconteceram isso, eu já lhe dei uma resposta, e eles nem sequer negaram que estava errada. Eu não gosto de frases prontas ou medíocres metáforas sobre tentar entender a vida e os conceitos num tipo de generalização de todos. Nunca me encaixei mesmo nesse tipo de argumento; sou a maioria da exceção das coisas que julgam ser regras. Não que eu seja uma criança tola e ignorante que não sabe guardar a própria opinião sobre as coisas, mas é só que eu me acostumei a falar sobre as coisas que não me agradam, não todas, apenas as mais comuns.
“- Cada um tem o que merece.”
“- Cada um tem o que quer ter. Merecer é questão de aceitar o que ganha, ou não.”
Não desacredito em destino ou sorte, eu só prefiro descartar essa opção na minha vida e fazer as coisas por querer e não por saber que vai acontecer. Deixando minhas decisões baseadas em sorte ou destino é como se eu estivesse permitindo que algo que, eu ao menos sei que é real tomar decisões por mim.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Not again and never more.
(esse será um post um tanto diferente, sem inspiração para escrever algo bonito -ou que pelo menos chegue perto disso- decidi escrever apenas por escrever.)
(este será um post grande.)
(este será um post grande.)
Acabei de ver que a útlima vez que escrevi foi há muito tempo e eu não gosto disso, é como se nada tivesse acontecido -o que é mentira- ou como se eu apenas tivesse deixado de lado algo que me faz tão bem. Chega a ser estranho em como eu me acostumei com a idéia de ficar sem escrever. Me acostumei igual a todo o resto. Esses dias passados tive uma dor nas costas horrível mesmo e ela não passava e o que eu fiz foi me acostumar com ela, não que ela doesse menos ou parasse eu apenas parei de me importar com ela, a deixe de lado, me acostumei.
Mas é que é mais fácil assim, se acostumar com as coisas. Elas não doem menos, mas não chegam a alcançar tão fundo como quando você se importa.
Esses dias, lembranças tem vindo até mim com uma certa intensidade. Elas não são exatamente boas, mas são agradáveis apenas por terem sido boas um dia. E elas mexeram comigo de um modo que eu não entendi, por pensar que tinham passado. Era quase irreconhecivel esses sentimentos, não eram totalmente estranhos mas foram de início. "Como?" - eu me perguntei quando isso cutucou lá no fundo. Como diabos eu ainda sou capaz de sentir isso. (essa frase fica melhor em inglês "How the hell im still able to feel that?"). Eu não esqueci? Eu esqueci, eu sei disso. Mas como eu ainda sinto sendo que esqueci? Uma lembrança passageira talvez, tá, nem tanto porque estou percorrendo a semana toda com ela no peito. O que é? Eu não sei e eu não me importo, de modo algum. Eu posso estar me acomodando com a idéia de não me importar? Claro, porque não. Mas nunca, de modo algum, jamais eu irei admitir que ainda me importo, nunca. Eu já não creio que escrevo sobre você quanto mais me importar com algum pequeno fato citando seu nome.
Ando sorrindo esses tempos, sem motivos e com vontade. Mas é difícil mantê-lo firme por muito tempo. Não por mim, também é claro, mas o problema é que eu me preocupo muito com as pessoas, até demais se pensar bem. Sim, você mesmo que esta lendo. Só que é difícil porque eu tenho medo de abrir feridas que já estão prestes a cicatrizar ou apenas se escondendo atrás de outras, não é fácil de qualquer jeito. Mas saiba, que não importa o horário, eu sempre estarei aqui para te ouvir por mais que não tenha nada para falarb.
Como sempre, eu escondo as minhas dores atrás da felicidade dos outros e esqueço-as, fazendo elas ficarem maiores toda vez que são abertas.
Outro dia acabei acabei tendo uma daquelas brigas de falo-tudo-mesmo com a minha vó e meu deus, certas coisas me machucaram tanto. Não por ela falar, mas por eu ter que responder lembrando delas. Ela não sabe meu ponto fraco então não se limita ao usá-lo. Não posso culpá-la, sempre fui orgulhosa demais para contar. Depois de quase dois anos das pessoas me chamam de revoltada, dramática e depressiva eu decidi que não lhes daria mais motivos para me chamarem assim, o que aconteceu. Se naquela época era difícil eu me abrir, imagine agora, é quase impossível. Isso fez com que eles pensassem que eu era forte o bastante para aguentar qualquer coisa que viesse pela frente e eu nunca mais passei-lhes uma imagem errada sobre tal pensamento; O que fez eles esquecerem que eu ainda tenho sentimentos e por debaixo de todo o meu sorriso eles não fazem nenhuma idéia do que escondo.
Não que eu queira pessoas em volta de mim por causa disso, aliás, não reclamo das pessoas pensarem assim. Eu realmente prefiro que elas me deixem em paz com meus problemas e se preocupem com o delas. Posso parecer fria, sem coração, ou qualquer outro nome que queira dar. Mas prefiro que as pessoas tentem se igualar a mim do que me usar como exemplo do que estão sendo.
E eu não serei fraca novamente.
Como sempre, eu escondo as minhas dores atrás da felicidade dos outros e esqueço-as, fazendo elas ficarem maiores toda vez que são abertas.
Outro dia acabei acabei tendo uma daquelas brigas de falo-tudo-mesmo com a minha vó e meu deus, certas coisas me machucaram tanto. Não por ela falar, mas por eu ter que responder lembrando delas. Ela não sabe meu ponto fraco então não se limita ao usá-lo. Não posso culpá-la, sempre fui orgulhosa demais para contar. Depois de quase dois anos das pessoas me chamam de revoltada, dramática e depressiva eu decidi que não lhes daria mais motivos para me chamarem assim, o que aconteceu. Se naquela época era difícil eu me abrir, imagine agora, é quase impossível. Isso fez com que eles pensassem que eu era forte o bastante para aguentar qualquer coisa que viesse pela frente e eu nunca mais passei-lhes uma imagem errada sobre tal pensamento; O que fez eles esquecerem que eu ainda tenho sentimentos e por debaixo de todo o meu sorriso eles não fazem nenhuma idéia do que escondo.
Não que eu queira pessoas em volta de mim por causa disso, aliás, não reclamo das pessoas pensarem assim. Eu realmente prefiro que elas me deixem em paz com meus problemas e se preocupem com o delas. Posso parecer fria, sem coração, ou qualquer outro nome que queira dar. Mas prefiro que as pessoas tentem se igualar a mim do que me usar como exemplo do que estão sendo.
E eu não serei fraca novamente.
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sábado, 19 de março de 2011
No fights, no winners.
Meu egoísmo anda me consumindo esses dias. Egoísmo talvez nem seja a palavra certa para o que me persegue há algum tempo, tempo com qual eu nem me lembro mais quando começou mas simplesmente começou.
Medo, egocentrismo, estupidez, dependência e muito, muito mais. Eu já não consigo diferenciar felicidade de aceitação ou tristeza com insegurança. Não posso te dizer o que sinto é saudade ou falta de ausência;
Tento achar uma solução sendo que nem sei qual é meu problema e isso é como procurar por uma chave sem saber qual é a porta. É estúpido, inútil e total perda de tempo, mas se bem que por esses dias venho tendo muito e pouco tempo.
Minha vida anda em controvérsias, eu durmo com vontade de acordar, eu xingo com vontade de abraçar, eu minto com vontade de dizer a verdade e eu penso em mim pensando nos outros. É como se eu tivesse vontade de morrer mas continuar vivendo.
Posso dizer, com certeza, que o que eu mais tenho sentido é ódio, raiva e desprezo. Sinto ódio de mim, por coisas que faço ou que deixei de fazer, por coisas que eu disse e que guardei para mim; tenho pensando tanta coisa que chego a ficar com nojo de mim mesma ao olhar no espelho.
E é o que eu menos tenho feito, porque espelhos te mostram tudo o que você não quer ver, te fazem sentir o que não queria sentir e te fazem ter medo e ódio de si mesmo. Eles te jogam contra você. E se você não consegue lutar consigo mesmo, quem mais conseguirá?
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sexta-feira, 11 de março de 2011
I still wish you the best with a fuck you.
Mas o pior de tudo é saber que tudo isso é besteira e mesmo assim não parar de fazê-la. É horrível alguém não lembrar de você se um dia foi tão importante para ela. Mas pior ainda é ela só lembrar de você quando todo mundo esquece de dela.
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