segunda-feira, 18 de abril de 2011

Lucky and destiny are not enought for me.

Inocentemente começamos a planejar, um assunto surgiu do outro que veio de outro e de mais um até que chegamos ao atual.
Começamos sem foco, sem um objetivo, mas acabamos criando um e seguindo-o até aquela parte que denominamos como um “meio-fim” porque a história, ou os planos, chame como quiser, não tinham acabado por ali, apenas a deixamos continuar sem sabermos como.
E então, começamos a falar, planejar e obviamente, sonhar. Eram planos futuros, para daqui uns seis anos talvez, mas isso sequer importava... Ríamos, detalhávamos e arrumávamos a história do nosso jeito, porque era a nossa história.

“É difícil só sonhar, não é?”
“Mas essa é a graça dos sonhos, por mais que eles sejam inalcançáveis, temos algo para seguir.”

Essa foi uma das outras quatro ou cinco respostas que eu dei, porque se tem uma coisa que eu luto até o fim, são meus sonhos. Não desisto. Posso não conseguir, mas eu orgulhosamente posso afirmar que tentei.
“Agora, só nos falta a sorte.”
“Sorte é apenas uma estúpida desculpa para deixar as coisas acontecerem e não fazê-las acontecer. Essa frase na verdade, é de Gossip Girl, mas acho que se encaixou aqui.”

As pessoas as vezes não gostam de vir com lições de vida para cima de mim, ou apenas perto de mim. Porque todas que já aconteceram isso, eu já lhe dei uma resposta, e eles nem sequer negaram que estava errada. Eu não gosto de frases prontas ou medíocres metáforas sobre tentar entender a vida e os conceitos num tipo de generalização de todos. Nunca me encaixei mesmo nesse tipo de argumento; sou a maioria da exceção das coisas que julgam ser regras. Não que eu seja uma criança tola e ignorante que não sabe guardar a própria opinião sobre as coisas, mas é só que eu me acostumei a falar sobre as coisas que não me agradam, não todas, apenas as mais comuns.

“- Cada um tem o que merece.”
“- Cada um tem o que quer ter. Merecer é questão de aceitar o que ganha, ou não.”

Não desacredito em destino ou sorte, eu só prefiro descartar essa opção na minha vida e fazer as coisas por querer e não por saber que vai acontecer. Deixando minhas decisões baseadas em sorte ou destino é como se eu estivesse  permitindo que algo que, eu ao menos sei que é real tomar decisões por mim.
 

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