terça-feira, 9 de novembro de 2010

A pequena grande caixa


Guardo em uma caixa contrastante todos aqueles vestígios que me relembrem rapidamente dias que ficaram estagnados no passado. São ingressos para locais escuros, passagens para lugares explosivos e bilhetes com discursos nada confiáveis. Resumidamente, pedaços de papel que um dia eram igualados a todo o meu amor, e agora são lembranças corrompidas.
A caixa em que os mantenho é pequena em tamanho real, porém com tantas coisas que estão lá dentro, eu poderia dizer que ela é infinita.

Texto de Peter Guerra, do blog minta para mim. 

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