domingo, 13 de fevereiro de 2011

Im gonna be fine, not now. But I'll.


   Depois de chorar mais do que deveria, passar noites em claro e me sentir a pessoa mais vulnerável desse mundo, eu realmente sei que vou ficar bem. Eu sei que vou. 

Imperfect past.


Eu não quero mais escrever mais textos tristes dizendo o quão bom foram os momentos do seu lado ou como eu sinto falta do seu sorriso bobo quando estava com ciúmes. Eu não quero dizer que era feliz, muito menos contar quantas noites passamos em claro conversando sobre qualquer coisa ou rindo igual dois idiotas. Pois é, não quero dizer em como eu adorava ser idiota do seu lado.
Não quero falar dos nossos planos para o futuro usando o passado. Lembrar de velhos sentimentos ouvindo velhas músicas e olhando aquelas coisas me faziam lembrar-te tanto.
Eu não quero falar de você como algo que passou, na verdade, não quero falar de nós como algo que um dia foi bom. Dizer em como nós dois tínhamos tanto medo de contar que gostávamos um do outro, e em como os dois ficavam com ciúmes.
Falar assim, é como dizer que tudo acabou. É dizer que um dia fomos “nós” e que hoje só existe eu e você. Eu não quero falar todas essas coisas quando na verdade devería estar feliz pensando em como todos os nossos planos, vontades e desejos se tornaram realidade.
Não quero lembrar das coisas enquanto olho velhas mensagens e velhos textos e pensar em como nós acabamos assim. Eu quero olhar para isso e pensar em como nós conseguimos fazer tudo o que falavamos se tornar verdade. É assim que eu quero me lembrar de você; lembrando de nós.
Eu não quero falar num futuro não feito. Eu não quero nós num pretérito imperfeito. 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Stars look like they'r not shinning.



O céu estava claro, sem nuvens e uma grande e redonda lua brilhava sob ele acompanhada das estrelas que o enfeitavam. Uma leve e gelada brisa percorria por ali aquela noite, fazendo seus compridos fios se desarumarem toda vez que o vento soprava. Normalmente ela estaria irritada por seu cabelo sempre voar e cobrir seu rosto, mas naquela noite não. Ao contrário de todas as outras ela gostava de sentir aquele arrepio cada vez que o vento a alcançava. Porque toda vez que isso acontecia, ele a cobria com seus braços e a puxava para perto dele fazendo ambos sentirem suas respirações ofegantes, porém calmas. 
Seu cabelo mais uma vez estava em seu rosto, mas antes que ela pudesse reclamar, ele delicamente o tirou segurando-o com sua mão, que agora estava por trás de sua orelha. Ele a puxou, perto o bastante para seus lábios se tocarem, mas ele apenas ergueu sua cabeça e lhe deu um beijo na testa. Ela sorriu, e obviamente ele também. 
Ele levantou e estendeu sua mão, e ela sem entender aceitou. Ele a levantou, e mais uma vez seus corpos estavam juntos. Sua mão envolvia a cintura dela, e seus braços estavam por trás de seu pecoço. Ela olhava para ele e franzia um pouco sua testa, sorria e as vezes soltava alguma risada quando ele a imitava, mas não diziam uma palavra sequer. 
Eles começaram a dançar. Na verdade, ele começou e ela apenas o acompanhou  por adorar dançar, e pensar como gostava daquelas cenas de filme. E realmente foi. Eles dançaram calmamente e depois ele a girou, eles riram e voltaram a posição inicial. Dessa vez, ela encostou sua cabeça em seu peito e respirava em sua nuca. 
Ela o olhou, e logo eles se beijaram. Foi lento, demorado e com uma intensidade que até as pessoas que estivessem perto poderiam sentir. Suas mãos agora seguravam seu rosto perto do dela. Eles sorriram um para o outro, e as únicas três e necessárias palavras sairam de suas bocas, e logo sua cabeça estava novamente em seu peito. Seus corações batiam rápido e o vento começarava a ficar forte, mas isso não era problema. Eles estavam juntos ali, e isso era o que realmente importava.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

What really matter?


Tem que decidir o que é importante para você. Manter seu orgulho e não ter nada ou correr o risco e talvez, ter tudo.- blair waldorf.